Quer entender como a CAIXA monitora as informações da Versão 7?
Veja como a CAIXA faz a monitoração Online em tempo real das informações nacionais do aplicativo v.7...
Mais de 1 milhão e 300 mil famílias precisam atualizar seu cadastro em 2011
Mais de 1,3 milhão de famílias precisam renovar suas informações cadastrais junto às prefeituras dos municípios em que moram. Elas estão há dois anos sem atualizar seus dados e poderão ter seus benefícios bloqueados depois de 31 de outubro...
Falhas iniciais no Cadastro Unico 7.13 preoculpam operadores brasileiros
Quem já testou o sistema na prática, não está muito satisfeito com o seu comportamento, pois o sistema a principio não tem apresentado uma excelente sincronia com o SIBEC no que se refere a repercussão...
Aplicativo de Cadastramento Único em dispositivos movéis...
Posteriormente, também será possível realizar a manutenção dos dados em um dispositivo móvel que, quando conectado ao Sistema online, fará o envio automático dos dados registrados...
"Banco de Dados" do Cadastro Único estaria na mira de crackers
Vale ressaltar que apesar dos sistemas da CAIXA trabalharem com HTTPS,isso não garante nenhuma segurança aos dados da empresa....
Cad Único tem sua morte decretada pela CAIXA.
Será que verdadeiramente a nossa novela terá um final feliz com a tão aguardada chegada da versão 7 do Cad Único? Será que a versão 6.05 irá deixar Saudades?...
Governo vai reajustar Índice de Gestão Descentralizada para ampliar ações sociais nos municípios
Governo anunciará ampliação do Bolsa Família
Segundo a jornalista, o Ministério do Desenvolvimento Social detectou que outras 800 mil famílias, que teriam direito ao benefício, estão fora do programa.
Atualmente, cerca de 13 milhões de unidades familiares estão cadastradas no Bolsa Família. A pasta deve continuar buscando informações para incluir no programa os brasileiros que têm direito ao benefício, mas ainda não foram contemplados.
Usuários penhoram Bolsa Família em troca de drogas na Paraíba, diz PM
MPF denuncia mulher de vice-prefeito de Porto Real do Colégio por estelionato
De acordo com a denúncia oferecida esta semana pelo procurador da República José Godoy Bezerra de Souza, Teresinha de Oliveira, que é esposa do vice-prefeito de Porto Real do Colégio, José de Oliveira, ingressou no programa em junho de 2006, permanecendo até abril de 2009, pedindo o cancelamento do benefício em maio daquele ano, data que coincide com o período da fiscalização promovida pela CGU. Para ingressar no programa, ela teria declarado ser agricultora e que receberia, à época da requisição da inserção no Bolsa Família, ter renda mensal de apenas R$ 60,00.
Segundo o Ministério Público Federal, José de Oliveira chegara a afirmar, durante depoimento ao MPF, que tinha ‘conhecimento’ de que a esposa recebia o auxílio patrocinado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e que já havia advertido a companheira de que seria ‘contra a atitude’ dela de continuar ganhando o dinheiro do Programa. Ele também teria admitido que a sua família não se enquadrava no limite necessário para ser beneficiária do Bolsa Família. Incusive, o inquérito policial que apurou o crime já havia constatado que a família de Teresinha sempre esteve em 'situação financeira estável', não se enquadrando, portanto, nos requisitos legais para a concessão do beneficio.
Acusação
O MPF diz que a acusada foi denunciada pelo crime de estelionato e que, contra ela, pesa ainda o agravante de que a mesma teria ‘induzido a agente de saúde do município de Porto Real do Colégio em erro a partir do preenchimento do formulário para ingresso no Bolsa Família, quando declarou possuir renda incompatível com o patrimônio de sua família’. Como o crime foi cometido contra uma entidade pública com fins assistencialistas, o aumento de pena se justifica. Ela foi enquadrada no artigo 171, § 3º do Código Penal.
Prorrogado prazo de atualização cadastral do Bolsa Família
Governo Federal anuncia mudanças no Bolsa Família
Fala galera!!! Tenho um convite para os extressados que trabalham com o Cadastro Único 7
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Novos benefícios não serão incluídos no cálculo de renda para o Bolsa Família
Em relação a esse programa, a MP aumenta, de três para cinco, o número de benefícios variáveis que a família pode receber.
Atualmente, o benefício variável pode ser pago a famílias que tenham crianças e adolescentes entre zero e 15 anos, gestantes e nutrizes. O aumento do número de benefícios deve atingir cerca de 982 mil famílias, nas quais vivem 1,3 milhão de crianças.
Aquisição de alimentos
Outra novidade no projeto de lei de conversão do relator Assis do Couto (PT-PR) para a MP 535/11 é a definição de diversas regras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Esse programa é usado pelo governo federal para comprar produtos da agricultura familiar e distribuí-los por meio dos programas de combate à fome.
Ele aproveitou dispositivos do Projeto de Lei 6680/09, do deputado Marco Maia (PT-RS), que conta com substitutivo da Comissão de Agricultura.
Entre eles, a previsão de que poderão ser comprados alimentos de outros grupos que se enquadrem na definição de agricultor familiar, segundo a Lei 11.326/06, como povos indígenas ou quilombolas.
De acordo com o texto, a compra poderá ser feita diretamente dos produtores ou por intermédio de suas cooperativas e os preços deverão ser compatíveis com os praticados no mercado local ou regional.
O programa deverá respeitar ainda um valor máximo anual ou semestral para aquisições de alimentos por unidade familiar ou cooperativa. No caso de produtos orgânicos ou agroecológicos, poderá haver um acréscimo de até 30% nos preços em relação aos convencionais.
O PAA poderá ser executado de forma descentralizada pelos estados e municípios sem a necessidade de convênios.
Fonte: http://www2.camara.gov.br
Usuários do Bolsa Família denunciam dificuldades para recadastramento
Cadastro Unico 7 - Nova Versão - Correção de Erros / Vejam o que a CAIXA diz
Coordenações Municipais do Cadastro Único do Ceará
Dois comerciantes são presos por reter cartões em Jaguaribara
Dois comerciantes foram presos por reterem cartões de benefícios na tarde desta quarta-feira, 27, em Jaguaribara, a 291 quilômetros de Fortaleza.
Bonito exemplo: Beneficiárias devolvem Bolsa Família na PARAÍBA
A devolução foi feita nesta quarta-feira. Na ocasião, elas assinaram um termo de devolução, elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, além de promover a atualização dos dados no sistema, e a quebra simbólica do cartão.
Luzia Rodrigues de Souza, 65 anos, e Rosa da Silva Santos, 66, eram beneficiárias do programa desde 2003. Agora, ambas passarão a receber a aposentadoria, de um salário mínimo, pelo INSS.
O gestor do programa em Juazeirinho, Wagner Colaço, registtou o momento, considerado raro em um município com altos índices de pobreza e desigualdade. Emocionada, Rosa agradeceu os funcionários, cumprimentou e abraçar um por um. “Agradeço primeiro a Deus, pela saúde e pela oportunidade de criar meus filhos com dignidade. O dinheiro do Bolsa Família foi de muita serventia para mim. Era com essa renda que eu comprava fubá e feijão para alimentar minha família”, conta.
Wagner explica que outros beneficiários já fizeram a devolução do benefício na cidade, mas disse que elas podem se tornar um exemplo. “Que essa atitude de honestidade, digna do reconhecimento dos poderes públicos, sirva de exemplo para que outras pessoas com condições até melhores adotem a mesma iniciativa. São exemplos a serem seguidos”, comentou.
Perpétua Almeida: É improbidade desviar recursos do Bolsa Família "Agora o bicho vai pegar!!!"
Os gestores públicos apanhados em desvio de verbas destinadas a programas sociais, como o Bolsa Família, serão punidos por crime de improbidade administrativa. A proposta da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) foi aprovada, nesta quarta-feira (29), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos deputados em caráter conclusivo, o que representa que não irá para votação em plenário.
A proposta, que agora segue para votação no Senado, enquadra prefeitos, secretários e demais responsáveis que adotam critérios políticos para selecionar os beneficiários.
A deputada Perpétua Almeida junta episódios fartamente noticiados na imprensa para justificar a apresentação da proposta. Ele destacou denúncias de pessoas beneficiadas que não precisam da ajuda governamental, causando o esgotamento dos recursos e negando o auxílio a famílias comprovadamente carentes.
“Sabemos que esse dinheiro tem sido apropriado por quem não tem nenhum compromisso com a melhoria das condições de vidada população pobre”, afirmou, acrescentando que “é preciso fortalecer os mecanismos de controle e sanção daqueles que agem contra a lei e contra o interesse público”.
O projeto também institui regras que obrigam a União a garantir aperfeiçoamento das prefeituras, que são os gerenciadores dos programas sociais.
Em seu voto, o relator, deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), recomendou a aprovação do projeto sem ressalvas. O plenário da CCJ aplaudiu a iniciativa da deputada e não houve questionamentos por parte das bancadas.
Fonte: vermelho.org
CGU identifica irregularidade do Bolsa Família em 17 municípios do Piauí
Neyara é apenas uma entre milhares de pessoas no Piauí que tem o direito de receber o benefício, por conta da renda familiar abaixo dos R$ 120 mensais, mas encontram dificuldade em concretizar o seu cadastro. Entretanto, no outro lado da ponta, outras centenas de pessoas recebem verba do Bolsa Família sem precisar. Este fato foi constatado em 17 municípios do Piauí pela Controladoria Geral da União (CGU) nos últimos dois anos.
“São aposentados, empresários, secretários municipais, parentes do prefeito e até mesmo cadastradores do programa nas cidades que recebem o benefício irregularmente. Pessoas que tem carro na garagem e renda bem acima da exigida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS)”, afirmou Orlando Vieira, chefe da CGU no Piauí, em entrevista a TV Clube, explicando que as irregularidades foram constadas em fiscalizações in loco.
De acordo com Orlando, essas fiscalizações acontecem através de um programa realizado pela CGU, em Brasília, onde uma média de 60 municípios é sorteado para que técnicos do órgão façam uma fiscalizações minuciosa. “Geralmente são sorteados de dois a três municípios de cada Estado, perfazendo um total de 60”, conta. Esse programa de fiscalização existe dês 2003 e já sorteou quase 70 cidades piauienses.
Orlando Vieira conta que ao constatar a irregularidade um relatório é feito e encaminhado para os órgãos competentes, como Ministério Público e Secretarias de Estado, para que sejam tomadas as devidas providências. No Piauí, mais de 430 mil famílias recebem o Bolsa Família, recebendo mensalmente mais de R$ 50 milhões de repasse. Segundo o coordenador do programa no Estado, Roberto Oliveira, todas as denúncias são investigadas.
“É obrigado da pessoa que recebe o Bolsa Família de forma irregular ou que não precisa mais do mesmo, por ter conseguindo um emprego ou renda maior, entregar o cartão. Entretanto, nem todos fazem isso. Nos últimos meses recebemos apenas dois cartões devolvidos”, ressalta, lembrando que cerca de 800 técnicos foram treinados recentemente para atualizar o cadastro único e evitar as irregularidades.
CGU identifica que vereadores e secretários recebem o Bolsa Família
Nos grotões do Maranhão, em Benedito Leite, cidade com pouco mais de 5,3 mil habitantes, os desvios do recurso federal beneficiaram a vereadora Idelvania Carreiro de Morais. Ela, diferentemente do seu companheiro na Câmara Municipal, que pôs a mulher como titular no cadastro, recebia a verba diretamente. Segundo as informações da CGU, a vereadora não declarou renda, mas se elegeu em 2008, de acordo com os registros da Justiça Eleitoral. Já a mulher do outro vereador, Maria Aparecida Miranda da Silva, solicitou cancelamento do benefício, em 10 de agosto, um mês depois da visita dos fiscais na cidade. Seu marido recebia no Legislativo Municipal R$1,4 mil. Os vereadores foram procurados pela reportagem, mas não foram encontrados.
Em São Joaquim de Bicas, a 30 quilômetros de Belo Horizonte, na Região Central de Minas, 104 servidores municipais receberam o benefício irregularmente em 2010, de acordo com os relatórios da controladoria. Com renda de R$ 2.198, a agente da dengue Amária Aparecida Soares, dona de uma confortável casa na Rua Rio de Janeiro, no Bairro Tereza Cristina, está cadastrada no programa. A alguns quarteirões, em um barracão, mora sua irmã, titular do benefício, Neuza Rosa Soares. Com dois filhos pequenos, Neuza disse que é a única que usa o dinheiro, “até porque a minha irmã não precisa, tem casa própria”. Ela não soube explicar por que Amária está cadastrada, mas disse que já pediu para tirar o nome dela da lista. Amária Soares não foi localizada pela reportagem, seu marido, Alexandre Soares, que trabalha em uma funerária, disse não saber que sua mulher está cadastrada.
CGU capacitará 13 Câmaras de Vereadores(Sobre Controle Social)
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| Município de Santa Luzia do Paruá |
O encontro tem como objetivos divulgar a Consocial e contribuir para o desenvolvimento e o incremento das atividades de fiscalização dos recursos públicos por parte dos vereadores e sociedade civil, a fim de dotá-los de conhecimentos para que os mesmos possam prevenir a corrupção e estimular a boa e regular aplicação dos recursos públicos.
A CGU Regional Maranhão vem realizando sistematicamente esse tipo de evento de capacitação presencial com as Câmaras Municipais e oportunizando, ainda, a divulgação da Consocial no Estado. Participarão do encontro os seguintes municípios: Santa Luzia do Paruá, Centro do Guilherme, Araguanã, Nova Olinda do MA, Zé Doca, Governador Newton Belo, Presidente Médici, Maranhãozinho, Governador Nunes Freire, Maracaçumé, Junco do MA, Amapá do MA e Centro Novo do MA.
Programação
HORÁRIO | OFICINA | RESPONSÁVEL |
8h às 9h | CONSOCIAL | Ielma Resende |
9 às 9 h 15 | Intervalo | |
9 h 15 às 10h30 | Instrumentos de Planejamento da Gestão: PPA, LDO e LOA | Nilo Cruz |
10h 30 às 12h | Lei de Responsabilidade Fiscal | Nilo Cruz |
12h às 13h30 | Intervalo | |
13 h 30 às 14h30 | Portal da Transparência | Angela Bertoldo |
14h 30 às 16h | Análise de Prestação de Contas | Welliton Resende |
Fonte: .
Comércio toma Bolsa Família de Indígenas
A denúncia acontece depois de deflagrada a operação Tekohá, da Polícia Federal, que apreendeu dezenas cartões de benefícios e carteiras de trabalho com supostos traficantes nas aldeias.
Em entrevista concedida ao site Douradosagora, o delegado Antônio Carlos Moriel Saches, de Brasília, disse que as carteiras de trabalho apreendidas já estão sendo devolvidas aos indígenas. Ontem mesmo, dezenas deles estiveram na Delegacia da Policia Federal para retirar os documentos. Conforme a PF, as carteiras de trabalho estavam nas mãos "cabeçantes" que arregimentavam trabalhadores indígenas para prestarem serviço nas usinas. A prática é comum entre as empresas e o "contratado”, uma vez que este fica com a responsabilidade de conseguir a quantidade de indígenas necessária para executar determinadas tarefas, como o corte de cana. O “cabeçante" ganha comissão pelo trabalho dos índios, mas em contrapartida fica responsável por eles no período em que estes prestarem os serviços para a usina.
O delegado está ouvindo os indígenas que comparecem para retirar a documentação para dar continuidade às investigações.
MÁFIA DOS CARTÕES
De acordo com lideranças dos indígenas, o fato é que a maioria das famílias, com pouca instrução, são facilmente exploradas. Segundo eles, os índios se tornam presas fáceis para golpistas que se aproveitam da fragilidade das vítimas para os negócios e práticas comerciais. Os cartões bancários de aposentados, pensionistas ou beneficiários de programas do governo federal como o Bolsa Família, seriam utilizados para garantir o pagamento de compras.Segundo ainda as lideranças, o comerciante vende a prazo para o indígena, mas retém o cartão dele e no dia do pagamento do beneficio o próprio comerciante ou um funcionário do estabelecimento vai até o caixa eletrônico e faz o saque da conta do indígena. Em outras situações há denúncias de que no dia de receber o pagamento os comerciantes levam grupos de indígenas para o interior dos bancos para sacarem o benefício. O dinheiro recebido serve para quitar a dívida junto ao comércio, que abre novo “crédito” para as compras do mês seguinte.
A prática, realizada sem nenhuma fiscalização, abre margem para verdadeiros “roubos”, já que alguns indígenas não sabem quais foram o valores sacados e se estas quantias são, de fato, o que eles tinham consumido nos estabelecimentos.
De acordo ainda com as lideranças, a retenção do cartão, por parte de comerciantes, gera o que eles chamam de “escravidão financeira” do indígena, já que ele sempre vai permanecer endividado naquele estabelecimento e conseqüentemente perde a liberdade de procurar atendimento em outras mercearias e buscar melhores preços.
MPF
As denúncias de retenção de cartões por comerciantes de Dourados chegaram ao conhecimento do Ministério Público Federal. De acordo com o procurador da república, Marco Antônio Delfino de Almeida, duas operações foram realizadas no ano passado para coibir a prática. Na ocasião, comerciantes foram denunciados à Justiça e respondem a processo.Conforme o procurador, diante das novas denúncias o MPF pode iniciar novo arrastão no município para combater a irregularidade. O ideal para evitar este tipo de crime, segundo o procurador seria uma fiscalização policial permanente, o que ele está tentando viabilizar. O Procurador alerta que o comerciante flagrado pode responder por crime de estelionato e se condenado ser obrigado a cumprir penas que chegam até quatro anos de prisão.
Fonte: fatimanews.com.br
"Banco de Dados" do Cadastro Único estaria na mira de crackers...haveria alguma segurança? Parte II
Um ex-hacker, hoje professor e diretor da empresa Defthack, dava aula aos seus alunos e como exercício mandou que pesquisassem no Google arquivos em "txt". Para surpresa do professor todo o conteúdo do disco rígido do servidor do website da Caixa Econômica Federal (com os nomes de todos os diretórios e arquivos, no formato DOS) estava lá exposto para qualquer hacker experto fazer as maldades que desejasse.
O professor e consultor de segurança Marcos Flávio Araújo Assunção disse:
- Estava ensinando aos meus alunos a pesquisarem no Google por tipos de arquivos, planilhas, documentos, e quando mandei pesquisar por arquivos txt (texto) e coloquei os sites com GOV.BR, achei o arquivo.
Pelo twitter Marcos Flávio afirmou: "Como confiar em um banco que expõe seus arquivos no Google?"
Ele diz que mesmo que não gerasse nenhum ataque direto, esse é um tipo de informação extremamente sensível e o fato de ter ficado exposto mostra que a segurança do internet banking da instituição não é assim tão "fechada".
- O que mais pode haver se alguém pesquisar a fundo? Eu encontrei esse arquivo com uma simples pesquisa no Google.
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| Fonte: DEFHACK |
- Se compararmos esse arquivo a uma planta de um banco, o invasor agora saberia onde estão todos os pontos vitais, entradas, tubulações, cofres, etc. e daí para bolar um plano é um passo, avalia Assunção.
A vulnerabilidade das informações pode levar a vários tipos de ações dos hackers, entre eles uma cópia duplicada do website da CEF - por onde transitam milhares de internautas que acessam suas contas e aplicações diariamente.
As informações contidas neste arquivo dão um mapa para entender como o website e as aplicações da Caixa funcionam, pelo menos em parte. As tecnologias utilizadas, o nome dos scripts, os módulos, e isso tudo permite ataques futuros, como clonagem do site e criação de um espelho idêntico, substituição de um script ou aplicação por malware; realização de técnicas de man in the middle (sequestro), uma técnica na qual o hacker intercepta a comunicação do banco com o cliente e faz a intermediação entre os dois, obtendo a senha de acesso.
Segundo o consultor, os invasores podem, ainda, fazer "uma análise detalhada de cada um dos scripts encontrados, procurando falhas mais profundas e que, dependendo da gravidade, permitiriam o acesso ao banco de dados do sistema e às contas de todos os usuários.
Se a empresa não sabe como ocultar pastas e arquivos restritos, pode-se facilmente encontrá-los no buscador: números de cartões de crédito, planilhas de funcionários, dados de contas de banco, etc.
O professor Marcos Flávio Assunção já escreveu seis livros, o mais conhecido é o Segredos do Hacker Ético, que está na terceira edição.
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| Fonte: DEFHACK |
Na verdade não é uma interrupção momentânea. Correntistas da CEF estão sem acesso às suas contas online desde este fim de semana. O internet banking da Caixa está fora do ar mesmo. O correntista tenta o acesso e não consegue. Não custava nada a Caixa Econômica Federal colocar um aviso no site: "Estamos temporariamente fora do ar por motivos técnicos."
Não faz e deixa todo mundo com cara de tacho. Afinal, quem é o correntista da Caixa Econômica para exigir uma satisfação? Ué, é só o cara que paga taxas para manter o banco. Tá exigindo o que?
Link Original:
http://lucioneto.blogspot.com/2010/11/website-da-caixa-economica-vuneravel.html
"Banco de Dados" do Cadastro Único estaria na mira de crackers...haveria alguma segurança?
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Mas o que isso tem a ver com a base de dados do Cadastro Único?
Mas olha que notícia interessante, isto a CAIXA dificilmente divulga( um ataque na mesma categoria do que ocorreu com o site da MasterCard a poucos meses atrás, também envolvendo computadores zumbis controlados pelo cracker...
Vejam um trecho esta noticia:
Segundo o Jornal Diário do Comércio no artigo “Conteúdo da CEF aberto para Hacker” diz o seguinte: “O conteúdo do disco rígido do servidor do website da Caixa Econômica Federal (com os nomes de todos os diretórios e arquivos, no formato DOS) estava disponível em um arquivo txt (texto) e podia ser encontrado numa busca apurada no Google ou por algum hacker esperto.”
A revelação é do consultor de segurança Marcos Flávio Araújo Assunção, Especialista em Redes, Engenheiro de Software, Professor e também diretor da empresa Defhack.com de Belo Horizonte. No seu Twitter (@defhack) diz: “Como confiar em um banco que expõe seus arquivos no google? Veja o conteúdo do servidor da Caixa Econômica Federal: http://migre.me/25oC0“. Ficou exposto pelo menos do dia 16 de Outubro até 10 de novembro, mas já foi removido e solucionado pela CEF.
Durante vários dias ficamos sem saber o motivo da paralização dos serviços do Internet Banking da CEF, somente após alguns dias foi colocado um pequeno comunicado conforme modelo abaixo:
No site “Reclame Aqui” existe uma relação ENORME de pessoas que abriram ocorrências reclamando sobre o período em que o Internet Banking da CEF esteve fora do ar.
Operação Firewall – Jornal Diário do Nordeste no artigo “PF prende bando que lesava clientes da CEF na Internet” esclarece que um grupo espalhava na rede mensagens com conteúdo infectado por vírus e captava os dados financeiros das vítimas. Segundo as autoridades, o grupo conseguia arrecadar cerca de R$ 3 milhões por ano somente em saques e transferências fraudulentas de clientes da Caixa Econômica Federal.
Link para ler a notícia por completo:
http://www.novainter.net/blog/ataque-hacker-a-caixa-economica/
http://diariodonordeste.globo.com/m/materia.asp?codigo=882817
Vale ressaltar que apesar dos sistemas da CAIXA trabalharem com HTTPS (HyperText Transfer Protocol secure, é uma implementação do protocolo HTTP sobre uma camada SSL ou do TLS. Essa camada adicional permite que os dados sejam transmitidos através de uma conexão criptografada e que se verifique a autenticidade do servidor e do cliente através de certificados digitais. A porta TCP usada por norma para o protocolo HTTPS é a 443.) isso não garante nenhuma segurança dos dados da empresa.























