Quer entender como a CAIXA monitora as informações da Versão 7?

Veja como a CAIXA faz a monitoração Online em tempo real das informações nacionais do aplicativo v.7...

Mais de 1 milhão e 300 mil famílias precisam atualizar seu cadastro em 2011

Mais de 1,3 milhão de famílias precisam renovar suas informações cadastrais junto às prefeituras dos municípios em que moram. Elas estão há dois anos sem atualizar seus dados e poderão ter seus benefícios bloqueados depois de 31 de outubro...

Falhas iniciais no Cadastro Unico 7.13 preoculpam operadores brasileiros

Quem já testou o sistema na prática, não está muito satisfeito com o seu comportamento, pois o sistema a principio não tem apresentado uma excelente sincronia com o SIBEC no que se refere a repercussão...

Aplicativo de Cadastramento Único em dispositivos movéis...

Posteriormente, também será possível realizar a manutenção dos dados em um dispositivo móvel que, quando conectado ao Sistema online, fará o envio automático dos dados registrados...

"Banco de Dados" do Cadastro Único estaria na mira de crackers

Vale ressaltar que apesar dos sistemas da CAIXA trabalharem com HTTPS,isso não garante nenhuma segurança aos dados da empresa....

Cad Único tem sua morte decretada pela CAIXA.

Será que verdadeiramente a nossa novela terá um final feliz com a tão aguardada chegada da versão 7 do Cad Único? Será que a versão 6.05 irá deixar Saudades?...

O QUE DAREI EU AO SENHOR POR TODOS OS BENEFICIOS QUE ELE ME TEM FEITO?
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Governo vai reajustar Índice de Gestão Descentralizada para ampliar ações sociais nos municípios


Para ampliar as ações municipais ligadas ao Programa Bolsa Família e ao Plano Brasil sem Miséria, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai reajustar o Índice de Gestão Descentralizada (IGD). Com isso, os municípios receberão mais recursos e poderão expandir os mecanismos da chamada busca ativa, isto é, a localização das famílias mais pobres que ainda não fazem parte do Cadastro Único. A portaria com as mudanças está no Diário Oficial da União de hoje (30).
O governo federal pagava aos municípios R$ 2,50 por família cadastrada e beneficiária do Bolsa Família. A partir de agora, serão pagos R$ 3,25 por família atualizada no Cadastro Único. Em 2011, foram repassados para estados e municípios cerca de R$ 330 milhões. A previsão do MDS para 2012 é que esse valor chegue a R$ 560 milhões.
De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, os grande parceiros na execução do Bolsa Família são os municípios. “Conseguimos chegar em 13 milhões de famílias porque estamos conseguindo trabalhar com os 5,5 mil municípios. Temos de criar mecanismos nos quais a prefeitura e o gestor se sintam estimulados a aperfeiçoar o cadastro”.
O IGD é um indicador que varia de 0 a 1 e mostra a qualidade da gestão do Programa Bolsa Família em âmbito municipal. O índice é calculado com base na qualidade e integridade das informações que constam no Cadastro Único, na atualização da base de dados e nas informações sobre a frequência escolar das crianças e adolescentes e sobre o cumprimento das condicionalidades na área de saúde.
“O IGD já existia e não era reajustado há um bom tempo. Toda a chave do Plano Brasil sem Miséria é o Cadastro Único e, com essa ampliação, os prefeitos passam a ter mecanismos de financiamento da busca ativa, ou seja, ir atrás dessa população que ainda não está no cadastro e não está recebendo o Bolsa Família”, disse a ministra à Agência Brasil.
Com base nesse indicador, o MDS repassa verbas aos municípios para que façam a gestão dos programas sociais. Quanto maior o valor do IGD, maior será o valor do recurso transferido ao município. Os recursos são repassados mensalmente do Fundo Nacional de Assistência Social para o Fundo Municipal de Assistência Social.
De acordo com o secretário de Renda e Cidadania do MDS, Tiago Falcão, o recurso do IGD é um reconhecimento dos serviços prestados pelo município e, ao mesmo tempo, um estímulo para que ele aperfeiçoe os mecanismos de gestão dos programas. “Duas grandes inovações que o IGD traz - uma é essa lógica de reconhecimento do que foi feito [pelos municípios] e outra é a liberdade na aplicação de recursos, dada a diversidade de situações que encontramos em cada prefeitura”, disse Falcão.

Governo anunciará ampliação do Bolsa Família

Benefício será concedido a mais 350 mil famílias, o que equivale a cerca de 1,4 milhão de pessoas


O governo federal vai anunciar, ainda este mês, que pretende ampliar o Bolsa Família, com a adesão de mais 350 mil famílias, ou cerca de 1,4 milhão de pessoas. As informações são da colunista da BandNews FM, Mônica Bergamo.

Segundo a jornalista, o Ministério do Desenvolvimento Social detectou que outras 800 mil famílias, que teriam direito ao benefício, estão fora do programa.

Atualmente, cerca de 13 milhões de unidades familiares estão cadastradas no Bolsa Família. A pasta deve continuar buscando informações para incluir no programa os brasileiros que têm direito ao benefício, mas ainda não foram contemplados.

Fonte: Band.com.br

6 meses depois será que alguma coisa melhorou com a versão 7 do cadastro único?

Usuários penhoram Bolsa Família em troca de drogas na Paraíba, diz PM

A Polícia Militar prendeu um homem de 59 anos por suspeita de tráfico de drogas na noite de quinta-feira (3) na cidade de Cabedelo, situada na região metropolitana de João Pessoa. Ele foi detido com 63 pedras de crack e, ainda, vários cartões do programa social Bolsa Família, do Governo Federal. A principal suspeita da 4ª Companhia da Polícia Militar é de que os usuários de drogas 'penhoravam' os cartões do benefício social em troca de drogas. O homem foi preso em casa no bairro Vila Imaculada.
De acordo com o major Sena, os cartões podem ter sido usados para saldar débito de usuários de drogas. “Vamos investigar se os cartões foram usados para pagar dívidas de droga”, declarou. Segundo ele, o idoso já cumpriu pena por tráfico.
De acordo com a Polícia Civil, ao depor na delegacia o idoso não informou porque estava com os cartões, apesar deles terem sido apreendidos. Também foram apreendidos oito aparelhos celulares, máquinas fotográficas e uma quantia em dinheiro. A 7ª Delegacia Distrital de Cabedelo informou que o homem foi preso após uma denúncia anônima. Ele foi transferido para a Central de Polícia de João Pessoa.
Também na noite de quinta-feira, um jovem de 26 anos foi preso por suspeita de tráfico na Rua do Rio, em João Pessoa. Segundo a polícia, ele estava com 132 papelotes de maconha e 42 pedras de crack. Ele também foi encaminhado para a Central de Polícia.
Fonte: G1

MPF denuncia mulher de vice-prefeito de Porto Real do Colégio por estelionato

Teresinha de Oliveira recebeu ilegalmente auxílio do Programa Bolsa Família por 2 anos e 11 meses
A dona de casa Teresinha de Oliveira, mulher do vice-prefeito da cidade de Porto Real do Colégio - 165 km de Maceió -, foi denunciada pelo crime de estelionato. A acusação foi feita pelo Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas que garante que a doméstica teria fraudado o programa Bolsa Família. De acordo com investigação da Controladoria Geral da União (CGU), Teresinha possui renda superior a estipulada pelo Programa federal.

De acordo com a denúncia oferecida esta semana pelo procurador da República José Godoy Bezerra de Souza, Teresinha de Oliveira, que é esposa do vice-prefeito de Porto Real do Colégio, José de Oliveira, ingressou no programa em junho de 2006, permanecendo até abril de 2009, pedindo o cancelamento do benefício em maio daquele ano, data que coincide com o período da fiscalização promovida pela CGU. Para ingressar no programa, ela teria declarado ser agricultora e que receberia, à época da requisição da inserção no Bolsa Família, ter renda mensal de apenas R$ 60,00.

Segundo o Ministério Público Federal, José de Oliveira chegara a afirmar, durante depoimento ao MPF, que tinha ‘conhecimento’ de que a esposa recebia o auxílio patrocinado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e que já havia advertido a companheira de que seria ‘contra a atitude’ dela de continuar ganhando o dinheiro do Programa. Ele também teria admitido que a sua família não se enquadrava no limite necessário para ser beneficiária do Bolsa Família. Incusive, o inquérito policial que apurou o crime já havia constatado que a família de Teresinha sempre esteve em 'situação financeira estável', não se enquadrando, portanto, nos requisitos legais para a concessão do beneficio.

Acusação

O MPF diz que a acusada foi denunciada pelo crime de estelionato e que, contra ela, pesa ainda o agravante de que a mesma teria ‘induzido a agente de saúde do município de Porto Real do Colégio em erro a partir do preenchimento do formulário para ingresso no Bolsa Família, quando declarou possuir renda incompatível com o patrimônio de sua família’. Como o crime foi cometido contra uma entidade pública com fins assistencialistas, o aumento de pena se justifica. Ela foi enquadrada no artigo 171, § 3º do Código Penal. 
Fonte: http://gazetaweb.globo.com/

Prorrogado prazo de atualização cadastral do Bolsa Família

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) prorrogou o prazo para atualização cadastral dos beneficiários do Programa Bolsa Família até 31 de dezembro. A ampliação em dois meses ocorreu devido à mudança de sistemas do Cadastro Único. Desde dezembro de 2010, os gestores municipais estão migrando a base de dados para a versão 7, que é mais moderna e qualifica melhor as informações cadastrais. No entanto, durante o processo de migração, o trabalho de atendimento aos beneficiários necessita ser suspenso, o que acabou atrasando a atualização que deveria ocorrer até 31 de outubro, sem bloqueio de benefício.

Após esse prazo, o benefício de quem ainda estivesse com informações sem alteração há mais de dois anos seria bloqueado. Agora, o bloqueio só vai ocorrer em janeiro de 2012 e os cancelamentos em março. Entre janeiro e setembro de 2011, os gestores municipais atualizaram o cadastro de 638.302 famílias, que representam 48% das 1,3 milhão que precisavam renovar seus dados neste ano. Restam 692.646, ou seja, 52% devem passar pelo mesmo processo para evitar que seus benefícios sejam bloqueados ou cancelados.

A atualização cadastral a cada dois anos é determinada pelo decreto nº 6.135, de 2007. Mudança de endereço ou de renda, localização da escola dos filhos para acompanhamento da frequência escolar e composição familiar são informações fundamentais para a boa gestão do programa de transferência de renda. É necessário que esses dados retratem a realidade dos beneficiários para garantir que o Bolsa Família chegue à parcela da população com renda per capita de até R$ 140.

Tanto as famílias beneficiárias quanto os gestores devem estar atentos ao novo prazo para evitar que o pagamento seja suspenso a partir de janeiro. Os Estados com maiores percentuais de cadastros revisados são Paraná e Santa Catarina(veja informações por estado abaixo).

A revisão cadastral é uma atividade anual realizada pelo MDS e pelos municípios desde 2009. No início de cada ano, o ministério identifica todas as famílias com cadastros sem renovação nos últimos dois anos. Essa relação é colocada à disposição dos gestores no Sistema de Gestão Integrada do Programa Bolsa Família (Sigpbf). O ministério também repassa recursos mensalmente aos municípios que podem ser empregados nessa atividade. As famílias identificadas também recebem avisos em seus extratos bancários de pagamento.

DEPOIS DO VEXAME DA VERSÃO 7 O MDS TEVE QUE DAR " O BRAÇO A TORCER" E PROLONGAR O PRAZO DE ATUALIZAÇÃO CADASTRAL ATÉ 31 DE DEZEMBRO, O QUE POR NÓS JÁ ERA COBRADO ANTES MESMO DO CLICO DE MUNICIPIOS BRASILEIROS QUE ESTAVAM USANDO A VERSÃO 7 SE FECHAR...GRAÇAS A DEUS A MINISTRA TEVE BOM CENSO...ENTÃO SENDO ASSIM OS OPERADORES DO CADASTRO ÚNICO V.7 TERÃO ATÉ 31 DE DEZEMBRO PRA SE DESCABELAREM...

Fonte da notícias: MDS

Governo Federal anuncia mudanças no Bolsa Família

O programa Bolsa Família, do Governo Federal, que antes beneficiava famílias com até três filhos, passa a valer também para pais com cinco filhos de até 15 anos de idade.
Segundo a coordenadoria dos Centros de Assistência Social de Ribeirão Preto, o repasse é automático e as famílias já começarão a receber o benefício que é sacado com o cartão do programa. Para isso, é necessário que os beneficiários atualizem o cadastro em um dos Centros de Referência de Assistência Social da cidade.
A outra mudança no Bolsa Família é para os moradores que se desligaram do programa, mas tiveram queda de renda. Eles podem solicitar o benefício novamente, após comparecer à prefeitura.

Fonte: eptv.globo.com/

Fala galera!!! Tenho um convite para os extressados que trabalham com o Cadastro Único 7

Última postagem do blog


Tenho uma dica pra todos os que com os problemas apresentados na v.7 acabam se estressando, rancando os cabelos, quebrando as portas, porque não aguentam mais levar a culpa pelos erros que são da CAIXA...
A minha dica de acesso de hoje se refere ao blog do meu amigo Moacir, nacionalmente conhecido como o blog do Zégua, o blog procura mostrar o lado humoristico de situações contrangedores, o que com certeza qualquer um poderá confirmar dando uma acessada:
VALE UM CLICK:

Novos benefícios não serão incluídos no cálculo de renda para o Bolsa Família

Os recursos recebidos no âmbito do Bolsa Verde e do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, previstos na MP 535/11, não serão contados para cálculo da renda familiar mensal usada para as famílias se candidatarem a receber dinheiro de outros programas de transferência de renda do governo federal, como o Bolsa Família.
Em relação a esse programa, a MP aumenta, de três para cinco, o número de benefícios variáveis que a família pode receber.
Atualmente, o benefício variável pode ser pago a famílias que tenham crianças e adolescentes entre zero e 15 anos, gestantes e nutrizes. O aumento do número de benefícios deve atingir cerca de 982 mil famílias, nas quais vivem 1,3 milhão de crianças.
Aquisição de alimentos
Outra novidade no projeto de lei de conversão do relator Assis do Couto (PT-PR) para a MP 535/11 é a definição de diversas regras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Esse programa é usado pelo governo federal para comprar produtos da agricultura familiar e distribuí-los por meio dos programas de combate à fome.
Ele aproveitou dispositivos do Projeto de Lei 6680/09, do deputado Marco Maia (PT-RS), que conta com substitutivo da Comissão de Agricultura.
Entre eles, a previsão de que poderão ser comprados alimentos de outros grupos que se enquadrem na definição de agricultor familiar, segundo a Lei 11.326/06, como povos indígenas ou quilombolas.

De acordo com o texto, a compra poderá ser feita diretamente dos produtores ou por intermédio de suas cooperativas e os preços deverão ser compatíveis com os praticados no mercado local ou regional.
O programa deverá respeitar ainda um valor máximo anual ou semestral para aquisições de alimentos por unidade familiar ou cooperativa. No caso de produtos orgânicos ou agroecológicos, poderá haver um acréscimo de até 30% nos preços em relação aos convencionais.
O PAA poderá ser executado de forma descentralizada pelos estados e municípios sem a necessidade de convênios.
Fonte: http://www2.camara.gov.br

Usuários do Bolsa Família denunciam dificuldades para recadastramento

Extensas filas se formam diariamente em frente à sede da Empresa de Urbanização do Recife (URB), situada na Rua Oliveira Lima, 867, Boa Vista, área central do Recife. Denúncias sobre a dificuldade de efetuar o recadastramento no programa Bolsa Família, do Governo Federal, são constantes.

O processo é realizado pela Secretaria de Assistência Social da Prefeitura do Recife, e é obrigatório a todos os usuários. Mas, com poucas fichas e grande demanda, muitos temem perder o benefício por falta de atendimento.

Há informações de que por tamanha disputa as fichas chegam a ser vendidas por R$ 20. Para evitar situações do gênero a organização só atende aqueles que tiverem em mãos o cartão do programa e a identidade.

São distribuídas 300 fichas todos os dias, mas ainda assim tem usuário que chega ao local na noite do dia anterior aguardando ser atendido na manhã seguinte. No Recife, 26 mil famílias precisam atualizar suas informações cadastrais.

Para obter o Bolsa Família é preciso manter os filhos na escola, a agenda de saúde em dia e, pelo menos, a cada dois anos, atualizar dados como renda, endereço e escola dos filhos - caso contrário o benefício do programa será cancelado. O prazo final para a atualização dos dados é 31 de outubro deste ano.

Cadastro Unico 7 - Nova Versão - Correção de Erros / Vejam o que a CAIXA diz


Às
Coordenações Municipais do Cadastro Único do Ceará
Coordenações Municipais do Cadastro Único do Maranhão
Coordenações Municipais do Cadastro Único do Piauí

Sr(a) Gestor(a)


1                    Informamos que nesta data (02/set/2011) foi implementada uma nova versão do sistema Cadúnico 7 (7.13.59), em ambiente de produção, contemplando a correção das seguintes inconsistências:

·         Código INEP: que exibia a mensagem “O código INEP informado não corresponde ao município de localização da escola.” quando da inclusão do INEP para escola de outro município e não exibição do nome da escola;

·         Transferência: que não finalizava a transferência, com exibição da mensagem “Atenção! Alterações não realizadas! O cadastro selecionado foi alterado por outro usuário. Favor iniciar a operação na família novamente.”;

·         Perda de dados na inclusão: durante a inclusão de uma nova pessoa na família, se o usuário navegasse em blocos anteriores que já haviam sido preenchidos o sistema limpava os campos desse(s) bloco(s);

·         Renda per capita: o sistema apresentava erro no cálculo da renda per capita após inclusão, atualização e atualização após transferência;

2                    Além destas correções acima relatadas, a versão contempla também as seguintes melhorias no sistema:

·         Confirma atualização de cadastro: esta funcionalidade, disponível na lista “Opções para esta família”, permite ao município confirmar a atualização do cadastro em cuja família não tenha ocorrido alteração depois de decorridos 24 meses da última atualização;

·         Confirma atualização de cadastro - Histórico: a atualização do cadastro por confirmação será exibida na funcionalidade “Consultar Histórico Movimentação Família”;

·          Painel Gerencial - Seção Transferências: ajuste das opções de acordo com o relatório sintético de transferências;

3                    Solicitamos divulgar esta mensagem a todas Coordenações Municipais do Cadastro Único de vossa vinculação.

Atenciosamente,

Nasser Armed Mustafa
Coordenador de Sustentação ao Negócio
GIPSO - Gerência de Filial Programas Sociais/FO

José Prudente Filho
Gerente de Sustentação ao Negócio
GIPSO - Gerência de Filial Programas Sociais/FO


Dois comerciantes são presos por reter cartões em Jaguaribara


Dois comerciantes foram presos por reterem cartões de benefícios na tarde desta quarta-feira, 27, em Jaguaribara, a 291 quilômetros de Fortaleza.

Segundo a delegada Eliana Maia Soares, da Delegacia Regional de Jaguaribe, para onde foi encaminhado o caso, os comerciantes Cosme Peixoto de Moraes, 65, e Francisco Flávio Dantas, 50, faziam a prática de retenção de cartões em seus estabelecimentos comerciais, os mercadinhos Moraes e Dantas, respectivamente.

As prisões foram efetuadas por uma equipe da Polícia Militar do município após o juiz e o promotor de Jaguaribara receberem denúncias sobre a prática, de acordo com informações da delegacia.

A maioria dos cartões pertencia a idosos e eram relativos a benefícios, mas outros cartões como Bolsa Família e alimentação também foram apreendidos com os comerciários. Com Moraes, foram encontrados 14 cartões, enquanto que Dantas retinha 17. De acordo com a delegada, isso é uma prática comum no interior.

"Os idosos às vezes não têm como pagar as compras e entregam os cartões aos comerciários como garantia. Eles (os comerciários) nem sabiam que estavam fazendo algo errado, era só para ajudar", disse ela.

Os dois comerciários foram presos à tarde e liberados na mesma noite sob pagamento de fiança no valor de três salários mínimos. Ambos foram enquadrados no artigo 104 do Estatuto do Idoso, cumulado com o artigo 71 do Código Penal. Os dois são réus primários.

Bonito exemplo: Beneficiárias devolvem Bolsa Família na PARAÍBA



Duas mulheres de 65 e 66 anos afirmaram que conseguiram pagar a previdência enquanto recebiam o benefício
Duas mulheres de Juarezinho, município da Paraíba, procuraram a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social para devolver o cartão que concede o Bolsa Família. De acordo com as beneficiárias, elas conseguiram melhorar de vida e contribuir para o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e afirmam que não precisarão mais fazer parte do programa.

A devolução foi feita nesta quarta-feira. Na ocasião, elas assinaram um termo de devolução, elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, além de promover a atualização dos dados no sistema, e a quebra simbólica do cartão.

Luzia Rodrigues de Souza, 65 anos, e Rosa da Silva Santos, 66, eram beneficiárias do programa desde 2003. Agora, ambas passarão a receber a aposentadoria, de um salário mínimo, pelo INSS.

O gestor do programa em Juazeirinho, Wagner Colaço, registtou o momento, considerado raro em um município com altos índices de pobreza e desigualdade. Emocionada, Rosa agradeceu os funcionários, cumprimentou e abraçar um por um. “Agradeço primeiro a Deus, pela saúde e pela oportunidade de criar meus filhos com dignidade. O dinheiro do Bolsa Família foi de muita serventia para mim. Era com essa renda que eu comprava fubá e feijão para alimentar minha família”, conta.

Wagner explica que outros beneficiários já fizeram a devolução do benefício na cidade, mas disse que elas podem se tornar um exemplo. “Que essa atitude de honestidade, digna do reconhecimento dos poderes públicos, sirva de exemplo para que outras pessoas com condições até melhores adotem a mesma iniciativa. São exemplos a serem seguidos”, comentou.

Perpétua Almeida: É improbidade desviar recursos do Bolsa Família "Agora o bicho vai pegar!!!"

Os gestores públicos apanhados em desvio de verbas destinadas a programas sociais, como o Bolsa Família, serão punidos por crime de improbidade administrativa. A proposta da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC) foi aprovada, nesta quarta-feira (29), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos deputados em caráter conclusivo, o que representa que não irá para votação em plenário.

O projeto, aprovado pela unanimidade dos parlamentares, suspende os direitos políticos e determina a perda da função pública dos envolvidos nas irregularidades. Ainda de acordo com a lei, os bens dos acusados devem ficar indisponíveis, e os valores desviados devolvidos aos cofres públicos.

A proposta, que agora segue para votação no Senado, enquadra prefeitos, secretários e demais responsáveis que adotam critérios políticos para selecionar os beneficiários.

A deputada Perpétua Almeida junta episódios fartamente noticiados na imprensa para justificar a apresentação da proposta. Ele destacou denúncias de pessoas beneficiadas que não precisam da ajuda governamental, causando o esgotamento dos recursos e negando o auxílio a famílias comprovadamente carentes.

“Sabemos que esse dinheiro tem sido apropriado por quem não tem nenhum compromisso com a melhoria das condições de vidada população pobre”, afirmou, acrescentando que “é preciso fortalecer os mecanismos de controle e sanção daqueles que agem contra a lei e contra o interesse público”.

O projeto também institui regras que obrigam a União a garantir aperfeiçoamento das prefeituras, que são os gerenciadores dos programas sociais.

Em seu voto, o relator, deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), recomendou a aprovação do projeto sem ressalvas. O plenário da CCJ aplaudiu a iniciativa da deputada e não houve questionamentos por parte das bancadas.


Fonte: vermelho.org

CGU identifica irregularidade do Bolsa Família em 17 municípios do Piauí


A desempregada Neyara Maria, 28 anos, moradora da Vila da Paz, zona sul de Teresina, tem três filhos com menos de dez anos de idade. Desde 2007, ela busca incluí-las no programa Bolsa Família, do Governo Federal, mas sempre tem seu cadastro recusado. O motivo, nunca lhe explicaram direito. “Já levei toda a papelada, mas sempre que foi a Caixa nunca saiu o cartão”, conta.

Neyara é apenas uma entre milhares de pessoas no Piauí que tem o direito de receber o benefício, por conta da renda familiar abaixo dos R$ 120 mensais, mas encontram dificuldade em concretizar o seu cadastro. Entretanto, no outro lado da ponta, outras centenas de pessoas recebem verba do Bolsa Família sem precisar. Este fato foi constatado em 17 municípios do Piauí pela Controladoria Geral da União (CGU) nos últimos dois anos.

“São aposentados, empresários, secretários municipais, parentes do prefeito e até mesmo cadastradores do programa nas cidades que recebem o benefício irregularmente. Pessoas que tem carro na garagem e renda bem acima da exigida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS)”, afirmou Orlando Vieira, chefe da CGU no Piauí, em entrevista a TV Clube, explicando que as irregularidades foram constadas em fiscalizações in loco.

De acordo com Orlando, essas fiscalizações acontecem através de um programa realizado pela CGU, em Brasília, onde uma média de 60 municípios é sorteado para que técnicos do órgão façam uma fiscalizações minuciosa. “Geralmente são sorteados de dois a três municípios de cada Estado, perfazendo um total de 60”, conta. Esse programa de fiscalização existe dês 2003 e já sorteou quase 70 cidades piauienses.

Orlando Vieira conta que ao constatar a irregularidade um relatório é feito e encaminhado para os órgãos competentes, como Ministério Público e Secretarias de Estado, para que sejam tomadas as devidas providências. No Piauí, mais de 430 mil famílias recebem o Bolsa Família, recebendo mensalmente mais de R$ 50 milhões de repasse. Segundo o coordenador do programa no Estado, Roberto Oliveira, todas as denúncias são investigadas.

“É obrigado da pessoa que recebe o Bolsa Família de forma irregular ou que não precisa mais do mesmo, por ter conseguindo um emprego ou renda maior, entregar o cartão. Entretanto, nem todos fazem isso. Nos últimos meses recebemos apenas dois cartões devolvidos”, ressalta, lembrando que cerca de 800 técnicos foram treinados recentemente para atualizar o cadastro único e evitar as irregularidades.

Fonte: Site piauihoje.com

CGU identifica que vereadores e secretários recebem o Bolsa Família


Principal programa social do governo, o Bolsa-Família ajudou a reeleger o então presidente Lula em 2006, foi cabo eleitoral de Dilma Rousseff no ano passado e mereceu elogios até mesmo de candidatos da oposição, que prometeram ampliá-lo se chegassem ao Planalto. Mas uma parte do dinheiro que deveria reduzir um pouco os efeitos da miséria em milhões de lares brasileiros, oito anos depois de criado o programa, ainda é desviada para beneficiar pessoas que não se encaixam no perfil exigido. A notícia é do jornal O Estado de Minas.
Em 2010, último ano do governo Lula, 1.327 funcionários públicos municipais com renda familiar per capita acima da estipulada pelo Bolsa-Família receberam o benefício, de acordo com levantamento feito pelo Estado de Minas com base nos relatórios divulgados pela Controladoria-Geral da União, em suas investigações sobre a aplicação de verbas públicas federais nos municípios. Desses, pelo menos 30 são mulheres de vereadores e 15 mulheres de secretários de prefeituras. Muitos beneficiários ainda continuaram recebendo o benefício mesmo depois das visitas dos fiscais em março, maio e julho.
Servidor público receber Bolsa-Família não é uma irregularidade ao pé da letra. Os casos apontados pela controladoria nos relatórios divulgados neste início de ano, entretanto, estão todos fora da lei, já que os funcionários têm renda familiar per capita acima de R$ 140, valor máximo para ter direito ao recurso. O problema é que o cadastro das pessoas que recebem o recurso é feito pelas prefeituras. Em um dos relatórios divulgados, a CGU questiona a concessão de benefícios irregulares a servidores municipais: “Esta (a prefeitura) tem acesso tanto à ficha financeira quanto ao cadastro dessas pessoas, o que já seria suficiente para verificar a incompatibilidade de renda per capita”. A CGU ressalta ainda que o Decreto 5.209/2004, do presidente Lula, proíbe que políticos eleitos em qualquer esfera de governo recebam recursos do Bolsa-Família.
Em Frei Inocêncio, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, a controladoria flagrou a mulher do então secretário de Obras, Cyntia Rodrigues Pereira, recebendo o benefício no valor de R$ 68. Ela teve a poupança bloqueada em abril, um mês depois da visita da CGU à cidade. Seu marido, Marcelo Vieira Cabral, foi exonerado da secretaria em outubro, devido a atritos com o prefeito. Cyntia disse que já recebia o benefício antes de conhecer Marcelo. Ela assumiu que não precisava da verba, mas explicou que o dinheiro era para ajudar o irmão, de 14 anos. “Somos órfãos e meu irmão precisava desse dinheiro”, afirmou.
Em benefício próprio
Nos grotões do Maranhão, em Benedito Leite, cidade com pouco mais de 5,3 mil habitantes, os desvios do recurso federal beneficiaram a vereadora Idelvania Carreiro de Morais. Ela, diferentemente do seu companheiro na Câmara Municipal, que pôs a mulher como titular no cadastro, recebia a verba diretamente. Segundo as informações da CGU, a vereadora não declarou renda, mas se elegeu em 2008, de acordo com os registros da Justiça Eleitoral. Já a mulher do outro vereador, Maria Aparecida Miranda da Silva, solicitou cancelamento do benefício, em 10 de agosto, um mês depois da visita dos fiscais na cidade. Seu marido recebia no Legislativo Municipal R$1,4 mil. Os vereadores foram procurados pela reportagem, mas não foram encontrados.
Como se não bastasse secretários e vereadores receberem o benefício, a CGU encontrou até chefe de gabinete da prefeitura e coordenador do Bolsa-Família tirando proveito do dinheiro dos pobres. Estes casos foram detectados em São Expedito Lopes, no Piauí. Além de a mulher do secretário de Obras ter sido contemplada com os recursos, dois coordenadores do programa aproveitaram a situação para se cadastrar. Além deles, outros dois funcionários da prefeitura receberam o benefício irregularmente: uma professora e um servidor da Secretaria Municipal de Agricultura.
Casa própria
Em São Joaquim de Bicas, a 30 quilômetros de Belo Horizonte, na Região Central de Minas, 104 servidores municipais receberam o benefício irregularmente em 2010, de acordo com os relatórios da controladoria. Com renda de R$ 2.198, a agente da dengue Amária Aparecida Soares, dona de uma confortável casa na Rua Rio de Janeiro, no Bairro Tereza Cristina, está cadastrada no programa. A alguns quarteirões, em um barracão, mora sua irmã, titular do benefício, Neuza Rosa Soares. Com dois filhos pequenos, Neuza disse que é a única que usa o dinheiro, “até porque a minha irmã não precisa, tem casa própria”. Ela não soube explicar por que Amária está cadastrada, mas disse que já pediu para tirar o nome dela da lista. Amária Soares não foi localizada pela reportagem, seu marido, Alexandre Soares, que trabalha em uma funerária, disse não saber que sua mulher está cadastrada.
O secretário de Assistência Social de São Joaquim de Bicas, Márcio de Almeida e Silva, disse que os benefícios dos 104 servidores denunciados pela CGU já foram bloqueados. “O prefeito paga a cesta básica para os funcionários em dinheiro. Nós não sabíamos que esse valor contava como salário, por isso, a CGU encontrou tantas pessoas recebendo acima do estipulado pelo programa”, explicou. Já o controlador interno da Prefeitura de Mateus Leme, também na Região Central, Orlando Pereira, informou que o município não vai cortar o cadastro dos 27 servidores questionados pela controladoria. Ele disse que o Executivo municipal está fazendo uma nova fiscalização e que nem sempre as informações detectadas pela CGU estão corretas.
Em uma casa simples, mas com um carro na garagem, a reportagem localizou Viviane Pereira, funcionária pública de Mateus Leme, que teve o benefício cortado depois da visita dos fiscais na cidade. Ela disse que quando começou a receber o benefício não trabalhava e que depois não pediu para bloquearem o cartão. “Eu já questionei com os funcionários do programa que várias famílias que não precisam estão recebendo o benefício e que pessoas que precisam não recebem”, afirmou. O volume maior de servidores que receberam o dinheiro de forma irregular registrado pela CGU foi em Benjamin Constant, no Amazonas, onde 177 famílias, sem necessidade, receberam o benefício. Só em julho foram desperdiçados R$ 20,2 mil.

CGU capacitará 13 Câmaras de Vereadores(Sobre Controle Social)

Município de Santa Luzia do Paruá
 A Controladoria Geral da União (CGU), em parceria com a Controladoria-Geral do Estado (CGE) e Câmara Municipal de Santa Luzia do Paruá (MA), realiza o I Encontro de Capacitação Regional e Mobilização para a Consocial. Durante todo o dia 18/06,  deverão participar das atividades mais de 100 pessoas dentre os quais vereadores, lideranças comunitárias e a sociedade civil organizada de 13 municípios maranhenses.

O encontro tem como objetivos divulgar a Consocial e contribuir para o desenvolvimento e o incremento das atividades de fiscalização dos recursos públicos por parte dos vereadores e sociedade civil, a fim de dotá-los de conhecimentos para que os mesmos possam prevenir a corrupção e estimular a boa e regular aplicação dos recursos públicos.

A CGU Regional Maranhão vem realizando sistematicamente esse tipo de evento de capacitação presencial com as Câmaras Municipais e oportunizando, ainda, a divulgação da Consocial no Estado. Participarão do encontro os seguintes municípios:
Santa Luzia do Paruá, Centro do Guilherme, Araguanã, Nova Olinda do MA, Zé Doca, Governador Newton Belo, Presidente Médici, Maranhãozinho, Governador Nunes Freire, Maracaçumé, Junco do MA, Amapá do MA e Centro Novo do MA.

Programação

Local: Auditório da Câmara Municipal de Vereadores
Santa Luzia do Paruá/MA

18 de junho de 2011


PROGRAMAÇÃO
HORÁRIO
OFICINA
RESPONSÁVEL
8h às 9h
CONSOCIAL
Ielma Resende
9 às 9 h 15
Intervalo
9 h 15 às 10h30
Instrumentos de Planejamento da Gestão: PPA, LDO e LOA
Nilo Cruz

10h 30 às 12h
Lei de Responsabilidade Fiscal
Nilo Cruz

12h às 13h30
Intervalo
13 h 30 às 14h30
Portal da Transparência
Angela Bertoldo
14h 30 às 16h
Análise de Prestação de Contas
Welliton Resende


Fonte: .

Comércio toma Bolsa Família de Indígenas


Proprietários de alguns mercados e mercearias dentro e fora da Reserva Indígena de Dourados estariam retendo cartões bancários de índios para liberarem compras, principalmente de bebidas alcoólicas. De acordo com lideranças das aldeias Jaguapirú e Bororó, os comerciantes denunciados seriam do ramo alimentício e vestuário. Eles estariam espalhados pela Reserva e bairros de Dourados.
A denúncia acontece depois de deflagrada a operação Tekohá, da Polícia Federal, que apreendeu dezenas cartões de benefícios e carteiras de trabalho com supostos traficantes nas aldeias.
Em entrevista concedida ao site Douradosagora, o delegado Antônio Carlos Moriel Saches, de Brasília, disse que as carteiras de trabalho apreendidas já estão sendo devolvidas aos indígenas. Ontem mesmo, dezenas deles estiveram na Delegacia da Policia Federal para retirar os documentos. Conforme a PF, as carteiras de trabalho estavam nas mãos "cabeçantes" que arregimentavam trabalhadores indígenas para prestarem serviço nas usinas. A prática é comum entre as empresas e o "contratado”, uma vez que este fica com a responsabilidade de conseguir a quantidade de indígenas necessária para executar determinadas tarefas, como o corte de cana. O “cabeçante" ganha comissão pelo trabalho dos índios, mas em contrapartida fica responsável por eles no período em que estes prestarem os serviços para a usina.
O delegado está ouvindo os indígenas que comparecem para retirar a documentação para dar continuidade às investigações.

MÁFIA DOS CARTÕES

De acordo com lideranças dos indígenas, o fato é que a maioria das famílias, com pouca instrução, são facilmente exploradas. Segundo eles, os índios se tornam presas fáceis para golpistas que se aproveitam da fragilidade das vítimas para os negócios e práticas comerciais. Os cartões bancários de aposentados, pensionistas ou beneficiários de programas do governo federal como o Bolsa Família, seriam utilizados para garantir o pagamento de compras.
Segundo ainda as lideranças, o comerciante vende a prazo para o indígena, mas retém o cartão dele e no dia do pagamento do beneficio o próprio comerciante ou um funcionário do estabelecimento vai até o caixa eletrônico e faz o saque da conta do indígena. Em outras situações há denúncias de que no dia de receber o pagamento os comerciantes levam grupos de indígenas para o interior dos bancos para sacarem o benefício. O dinheiro recebido serve para quitar a dívida junto ao comércio, que abre novo “crédito” para as compras do mês seguinte.
A prática, realizada sem nenhuma fiscalização, abre margem para verdadeiros “roubos”, já que alguns indígenas não sabem quais foram o valores sacados e se estas quantias são, de fato, o que eles tinham consumido nos estabelecimentos.
De acordo ainda com as lideranças, a retenção do cartão, por parte de comerciantes, gera o que eles chamam de “escravidão financeira” do indígena, já que ele sempre vai permanecer endividado naquele estabelecimento e conseqüentemente perde a liberdade de procurar atendimento em outras mercearias e buscar melhores preços.

MPF

As denúncias de retenção de cartões por comerciantes de Dourados chegaram ao conhecimento do Ministério Público Federal. De acordo com o procurador da república, Marco Antônio Delfino de Almeida, duas operações foram realizadas no ano passado para coibir a prática. Na ocasião, comerciantes foram denunciados à Justiça e respondem a processo.
Conforme o procurador, diante das novas denúncias o MPF pode iniciar novo arrastão no município para combater a irregularidade. O ideal para evitar este tipo de crime, segundo o procurador seria uma fiscalização policial permanente, o que ele está tentando viabilizar. O Procurador alerta que o comerciante flagrado pode responder por crime de estelionato e se condenado ser obrigado a cumprir penas que chegam até quatro anos de prisão.

Fonte: fatimanews.com.br

"Banco de Dados" do Cadastro Único estaria na mira de crackers...haveria alguma segurança? Parte II



 A noticia relata a insegurança nos sistema da CAIXA.
Leiam Abaixo:

Um ex-hacker, hoje professor e diretor da empresa Defthack, dava aula aos seus alunos e como exercício mandou que pesquisassem no Google arquivos em "txt". Para surpresa do professor todo o conteúdo do disco rígido do servidor do website da Caixa Econômica Federal (com os nomes de todos os diretórios e arquivos, no formato DOS) estava lá exposto para qualquer hacker experto fazer as maldades que desejasse.
O professor e consultor de segurança Marcos Flávio Araújo Assunção disse:
- Estava ensinando aos meus alunos a pesquisarem no Google por tipos de arquivos, planilhas, documentos, e quando mandei pesquisar por arquivos txt (texto) e coloquei os sites com GOV.BR, achei o arquivo.
Pelo twitter Marcos Flávio afirmou:  "Como confiar em um banco que expõe seus arquivos no Google?"
Ele diz que mesmo que não gerasse nenhum ataque direto, esse é um tipo de informação extremamente sensível e o fato de ter ficado exposto mostra que a segurança do internet banking da instituição não é assim tão "fechada".
- O que mais pode haver se alguém pesquisar a fundo? Eu encontrei esse arquivo com uma simples pesquisa no Google.

Fonte: DEFHACK
E disse mais:
- Se compararmos esse arquivo a uma planta de um banco, o invasor agora saberia onde estão todos os pontos vitais, entradas, tubulações, cofres, etc. e daí para bolar um plano é um passo, avalia Assunção.
A vulnerabilidade das informações pode levar a vários tipos de ações dos hackers, entre eles uma cópia duplicada do website da CEF - por onde transitam milhares de internautas que acessam suas contas e aplicações diariamente.
As informações contidas neste arquivo dão um mapa para entender como o website e as aplicações da Caixa funcionam, pelo menos em parte. As tecnologias utilizadas, o nome dos scripts, os módulos, e isso tudo permite ataques futuros, como clonagem do site e criação de um espelho idêntico, substituição de um script ou aplicação por malware; realização de técnicas de man in the middle (sequestro), uma técnica na qual o hacker intercepta a comunicação do banco com o cliente e faz a intermediação entre os dois, obtendo a senha de acesso. 
Segundo o consultor, os invasores podem, ainda, fazer "uma análise detalhada de cada um dos scripts encontrados, procurando falhas mais profundas e que, dependendo da gravidade, permitiriam o acesso ao banco de dados do sistema e às contas de todos os usuários.
Se a empresa não sabe como ocultar pastas e arquivos restritos, pode-se facilmente encontrá-los no buscador: números de cartões de crédito, planilhas de funcionários, dados de contas de banco, etc.
O professor Marcos Flávio Assunção já escreveu seis livros, o mais conhecido é o Segredos do Hacker Ético, que está na terceira edição.

Fonte: DEFHACK
A assessoria de imprensa da Caixa informou que o arquivo já foi retirado do ar, e que por causa da atualização de sistemas feita neste fim-de-semana, houve "algumas intermitências de acesso".

Na verdade não é uma interrupção momentânea. Correntistas da CEF estão sem acesso às suas contas online desde este fim de semana. O internet banking da Caixa está fora do ar mesmo. O correntista tenta o acesso e não consegue. Não custava nada a Caixa Econômica Federal colocar um aviso no site: "Estamos temporariamente fora do ar por motivos técnicos."
Não faz e deixa todo mundo com cara de tacho. Afinal, quem é o correntista da Caixa Econômica para exigir uma satisfação? Ué, é só o cara que paga taxas para manter o banco. Tá exigindo o que?

Link Original:
http://lucioneto.blogspot.com/2010/11/website-da-caixa-economica-vuneravel.html

"Banco de Dados" do Cadastro Único estaria na mira de crackers...haveria alguma segurança?

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É importante ressaltar que a CAIXA toma todas as providências possiveis com o objetivo de coibir este tipo de ação, buscando impossibilitar e ao mesmo tempo proteger os dados cadastrais de milhões de famílias brasileiras, porém qualquer providência por maior que seja é insuficiente quanto a questão em si é segurança de informação.

Atualmente a base de dados do cadastro único contém dados de 20.914.418 famílias, eu disse familias e não 20.914.418 pessoas cadastradas, a média é de 3 a 4 pessoas por família, o que de saldo são mais de 60 milhões de dados cadastrais pessoais compondo o banco de dados do Cadastro Único.
Pra entendermos que isto é possivel, vamos tomar como exemplo a SONY CORPORATION teve o seu banco de dados invadido através do PlayStation Network, que fez com que informações pessoais, inclusive números de cartão de crédito, dentre dados documentais fossem cair nas mãos de cybercriminosos, nada mais, nada menos que 77 milhões de contas de usuários contendo informações comprometedoras.
A Sony Corporation usava diversos metodos de segurança avançada o que até então supostamente garantia aos seus usuários uma segurança que não existia, isso porque os procedimentos para aumentar a segurança dos dados que a empresa possuia correspondem a 230% a mais do que a CAIXA se compararmos as duas empresas, a CAIXA assim como a Sony fazia, exibe uma falsa impressão de que a base de dados do cadastro único se encontra em total segurança...
Pra entendermos melhor o ocorrido, precisamos entender como funciona este tipo de ataque:
Simples, o ataque é multidirecional ou bidirecional, o que dificulta a identificação do ponto de inicio do mesmo. O cracker se beneficia de brechas na segurança de computadores domésticos que acabam infectados com algumas pragas, que ao infectarem o pc, acabam transformando o mesmo em um computador zumbi, o ckacker usa esses milhões ou milhares de computadores infectados para iniciar um ataque, sem que os usuários sequer imaginem.
Vejam o esquema:
 Porém o esquema acima mostra o computador de uma vitíma como alvo



Mas o que isso tem a ver com a base de dados do Cadastro Único?
O que vou falar pra muitos pode parecer um exagero, ou simplesmente mais uma opinião, porém a minha afirmação tem total fundamento...
Se existem falhas até na elaboração e estrutura da versão 7 do Cadastro Único o que não garante segurança para os operadores, o que dirá a BASE DE DADOS.
A base de dados do Cadastro Único contendo informações comprometedoras de milhões de famílias, incluindo números de documentos pessoais, está completamente exposta a este tipo de ataque, e não é exagero dizer que isto ainda não aconteceu, porque um ataque do nivel do realizado contra a SONY ou até menor ainda não foi realizado ou concluído.
Pra quem não sabe os sites institucionais do governo federal são constantemente atacados por esses cybercriminosos. Semana passada o FMI(Fundo Monetário Internacional) foi vitima de mais um ciberataque, e informações confidenciais acabaram sendo vasadas...
Todo sistema por mais sofisticado que seja possue brechas, não existe sistema 100% seguro, todos são considerados seguros até que alguem tenha capacitade ou coragem suficiente de atacá-los.

Mas olha que notícia interessante, isto a CAIXA dificilmente divulga( um ataque na mesma categoria do que ocorreu com o site da MasterCard a poucos meses atrás, também envolvendo computadores zumbis controlados pelo cracker...
Vejam um trecho esta noticia:

Segundo o Jornal Diário do Comércio no artigo “Conteúdo da CEF aberto para Hacker” diz o seguinte: “O conteúdo do disco rígido do servidor do website da Caixa Econômica Federal (com os nomes de todos os diretórios e arquivos, no formato DOS) estava disponível em um arquivo txt (texto) e podia ser encontrado numa busca apurada no Google ou por algum hacker esperto.”
A revelação é do consultor de segurança Marcos Flávio Araújo Assunção, Especialista em Redes, Engenheiro de Software, Professor e também diretor da empresa Defhack.com de Belo Horizonte. No seu Twitter (@defhack) diz: “Como confiar em um banco que expõe seus arquivos no google? Veja o conteúdo do servidor da Caixa Econômica Federal: http://migre.me/25oC0“. Ficou exposto pelo menos do dia 16 de Outubro até 10 de novembro, mas já foi removido e solucionado pela CEF.
Durante vários dias ficamos sem saber o motivo da paralização dos serviços do Internet Banking da CEF, somente após alguns dias foi colocado um pequeno comunicado conforme modelo abaixo:
Informativo Internet Banking
Após clicar no botão “CLIQUE AQUI” aparece a seguinte nota OFICIAL:
Pela declaração feita acima sobre o “aumento expressivo nos acessos ao Internet Banking” comprova que na verdade a CEF sofreu provavelmente um Ataque DoS (Denial of Service) onde milhares de computadores atacam uma determinada máquina. Esse é um dos tipos mais eficazes de ataques e já prejudicou sites conhecidos, tais como os da CNN, Amazon, Yahoo, Microsoft e eBay.
No site “Reclame Aqui” existe uma relação ENORME de pessoas que abriram ocorrências reclamando sobre o período em que o Internet Banking da CEF esteve fora do ar.
Operação Firewall – Jornal Diário do Nordeste no artigo “PF prende bando que lesava clientes da CEF na Internet” esclarece que um grupo espalhava na rede mensagens com conteúdo infectado por vírus e captava os dados financeiros das vítimas. Segundo as autoridades, o grupo conseguia arrecadar cerca de R$ 3 milhões por ano somente em saques e transferências fraudulentas de clientes da Caixa Econômica Federal.

Link para ler a notícia por completo:
http://www.novainter.net/blog/ataque-hacker-a-caixa-economica/
http://diariodonordeste.globo.com/m/materia.asp?codigo=882817

Vale ressaltar que apesar dos sistemas da CAIXA trabalharem com HTTPS (HyperText Transfer Protocol secure, é uma implementação do protocolo HTTP sobre uma camada SSL ou do TLS. Essa camada adicional permite que os dados sejam transmitidos através de uma conexão criptografada e que se verifique a autenticidade do servidor e do cliente através de certificados digitais. A porta TCP usada por norma para o protocolo HTTPS é a 443.) isso não garante nenhuma segurança dos dados da empresa.

"Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras".
[Artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos]